Por que viver em um lugar que te deixa infeliz?

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Por que viver em um lugar que te deixa infeliz?

No terceiro episódio da série Projeto CONTRAFLUXO atravessamos a Serra do Cipó e chegamos em Conceição do Mato Dentro, uma cidade rodeada de belíssimas cachoeiras, onde moram Ana Carolina e Fabiano. Depois de viver bastante a urbanidade, o casal agora faz planos pra uma vida mais próxima a natureza.

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Por que você continua fazendo coisas que você não gosta?

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Por que você continua fazendo coisas que você não gosta?

No segundo episódio da série Projeto CONTRAFLUXO visitamos a Península do Maraú no litoral da Bahia e conversamos coma Amaya, uma espanhola que trocou a urbanidade de Madri para viver com a marido e as filhas num lugar paradisíaco no litoral baiano.

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Amaya montou uma pousada na Praia dos Algodões de onde tira o sustento da família. No começo, era só ela e o marido Davi, mas com o tempo vieram as filhas Duna e Alma, que hoje vivem soltas e livres pela orla da praia e pelo quintal. Com o tempo, Amaya sentiu necessidade de criar uma escola alternativa e, junto com outras famílias da região, fundaram a sediado no próprio terreno da pousada.

E isso foi um dos assuntos que retratamos nesse episódio, que vai ao ar as quartas, com reprises as quintas, domingos e segundas, no Travel Box Brazil. Confira os horários e canais de suas cidade e venha com a gente no Projeto CONTRAFLUXO

Projeto CONTRAFLUXO – 1a temporada

às quartas-feiras as 21h30
com reprise às quintas, domingos e segundas

Para assistir sintonize sua TV no canal abaixo de acordo com sua operadora à cabo:

VIVO: 79, VIVO DTH: 393, VIVO FIBRA (IPTV): 104, VIVO CABO (SÃO PAULO E CURITIBA): 92, SIM TV (TV CIDADE, CABLE BAHIA, MULTICABO): 99, CTBC – IMAGE TELECOM: 133, VIA CABO/MINAS, CABO/VCB/STV: 100, CCS (CAMBORIÚ): 69, BR TELECOM: 52, TV A CABO SÃO BENTO (SSTV): 60, TV CARATINGA: 78, TV SP2: 72, CABO NATAL: 324, MULTIMÍDIA: 65, VSAT: 85, BRISANET: 146, SUMICITY TV: 162, TCM: 212.

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Projeto Contrafluxo se transforma em série de TV

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Projeto Contrafluxo se transforma em série de TV

Estivemos sumidos aqui do blog, mas por um bom motivo: o Projeto CONTRAFLUXO se transformou numa série documental de TV sobre slow living que estréia no dia 16 de agosto de 2017, as 21h30 no canal de TV por assinatura Travel Box Brazil.  

Com 06 episódos de 08 minutos, a 1a temporada do Projeto CONTRAFLUXO realizou expedições pelo Uruguay, Bahia, interior de Minas e de São Paulo,  relevando 06 slow cities e seus personagens reais, que falam sobre conceitos de vida simples, turismo consciente, contato com a natureza, economia criativa e compartilhada, sustentabilidade, novas formas de
educação e pensamento libertário.

O Travel Box Brazil é um canal de televisão fundado em 2012 e pertencente ao grupo Box Brazil e sua programação é focada em estilo de vida e entretenimento. Com o slogan “A vida é uma viagem!”, o canal leva ao ar uma programação com esporte, turismo, artes, culinária e cultura para dois milhões de assinantes. O Travel Box Brazil pode ser visto pelos assinantes da maiorida das operadora de TV fechada, sendo elas VIVO, Viacabo, Astro, CaboTelecom, SCTV, Brsia NET, Brasil Net Telecom, SP2 , Intercabo, SIM, TV Cabo, Cabo Tec, CCS, Multiplay, GL e Tubaran.

O Projeto CONTRAFLUXO surgiu em 2016 como uma plataforma multimídia de conteúdo gratuito em vídeo, foto e texto conduzida pelo casal de film makers Chris e Daniel, que percorrem o Brasil com a filha Ana para documentar e compartilha histórias transformadoras de pessoas que respiram liberdade, que procuram um resgate da essência do ser humano e que valorizam a experiência em si.

Nosso objetivo é viver uma experiência real de troca com diversas famílias que decidiam mudar sua maneira de levar a vida. É também revelar lugares que promovem um novo life style, mais próximo da natureza e da vida em comunidade. Mapeamos cidades e compartilhamos os diferentes estilos de vida existentes no planeta. Em cada lugar visitado, retratamos a vida de um morador da região que trocou o caos urbano por uma vida menos estressante, mais livre, sustentável e humanizada. Pessoas que vivem à sua maneira no CONTRAFLUXO.

Projeto CONTRAFLUXO – 1a temporada

estréia dia 16 de agosto de 2017
e vai ao ar às quartas-feiras as 21h30
com reprise às quintas, domingos e segundas

Para assistir sintonize sua TV no canal abaixo de acordo com sua operadora à cabo:

VIVO: 79, VIVO DTH: 393, VIVO FIBRA (IPTV): 104, VIVO CABO (SÃO PAULO E CURITIBA): 92, SIM TV (TV CIDADE, CABLE BAHIA, MULTICABO): 99, CTBC – IMAGE TELECOM: 133, VIA CABO/MINAS, CABO/VCB/STV: 100, CCS (CAMBORIÚ): 69, BR TELECOM: 52, TV A CABO SÃO BENTO (SSTV): 60, TV CARATINGA: 78, TV SP2: 72, CABO NATAL: 324, MULTIMÍDIA: 65, VSAT: 85, BRISANET: 146, SUMICITY TV: 162, TCM: 212.

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O fim da Ego Age

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O fim da Ego Age

Das palavras que me acompanham desde que me percebi vivenciando e aprendendo sobre uma vida mais slow, a segunda delas (estreei aqui com o equilíbrio) é a transição. Porque ainda estou nela e ainda estarei, já que das únicas certezas que temos é que tudo muda, constantemente, incluindo a nós mesmos, não é? E fico feliz por isso, pois assim podemos evoluir a cada dia, o pouco que seja. Quero melhorar a mim mesma para tornar mais positivas minhas relações com as outras pessoas e com o mundo.

Mas posso falar também sobre uma transição principal, mais intensa, que foi a que me marcou de verdade passando de uma vida muito acelerada e consumista a um propósito pessoal e profissional com total base no slow living. E disso tudo, claro que questões comportamentais não teriam ficado de fora. Afinal, buscas relacionadas à consciência nos trazem verbos imprescindíveis, como por exemplo o questionar e o refletir. E daí me vi perguntando por que comprava tanto, por que tantos conflitos, por que tantos vazios preenchidos – momentaneamente, claro - usando fatores externos. Porque podemos tapar com a peneira o quanto for, mas uma hora a verdade chega para nos confirmar que é só por dentro mesmo que conseguimos uma maior leveza nos entendimentos de nós mesmos e da vida.

Lendo um livro que me ajudou muito nesse processo, o “Novo Mundo – O Despertar de Uma Nova Consciência”, do Eckhart Tolle (Sextante, 2007) – que é uma mistura de  espiritualidade, autoconhecimento, psicologia (e não, não é auto ajuda barata, pelo menos não a meu ver) – tive contato com o termo ego coletivo, novidade para mim e que pode ser para você também. Dando um passo anterior, quando abordamos o ego individual, de acordo com o próprio autor, temos uma identificação com os nossos pensamentos. O ego é uma identidade, um eu imaginário que nos é útil como parte de nossa personalidade e vida em sociedade, mas que também nos traz as mazelas da separação, individualidade, comparação, competição. E quando estamos inconscientes dessa parte da nossa mente, seguindo no piloto automático a maneira como a sociedade se manifesta atualmente, projetamos o nosso propósito ao ter, ao status, acúmulo, excessos...  E então chegamos ao ego coletivo, um sintoma que, ao clarear, pode ser tão importante para tomarmos consciência sobre a mecânica dos comportamentos conflituosos no dia a dia. Como Eckhart enfatiza: “Pode ser doloroso acordar de repente e perceber que a coletividade com a qual nos identificamos e para a qual trabalhamos é, na verdade, insana“.  

E ainda segundo ele, quais seriam a motivação e o mecanismo de defesa do ego coletivo? “Medo, cobiça e desejo de poder são as forças motivadoras psicológicas que estão por trás não só dos conflitos armados e da violência envolvendo países, tribos, religiões e ideologias, mas também do desentendimento incessante nos relacionamentos pessoais. Elas produzem uma distorção na percepção que temos dos outros e de nós mesmos. Por meio delas, interpretamos erroneamente todas as situações, o que nos leva a adotar uma ação equivocada para nos livrarmos do medo e satisfazermos nossa necessidade interior de alcançar mais, um poço sem fundo que nunca pode ser preenchido. Lembrando que nem toda atitude de defesa e conflito é egóica, afinal há ativismos justos e os comportamentos de grupo fazem parte da ecologia da vida”.

A partir do momento em que vamos iluminando esses inevitáveis pontos, parece que vamos conseguindo enxergar, acima de nós mesmos e de nossos pensamentos, o desenrolar da vida. Porque a mente não é o nosso eu interior, ela nos prega surpresas. Porque o ego quer agir na surdina, para estar sempre no controle, sem que a gente nem saiba de sua existência ou que simplesmente o deixemos dominar. E então, ao invés de reagirmos inconscientemente – e negativamente, grandes chances - a cada situação, uma visão diferente nos indica o que na verdade significa aquela situação ou conversa, atitude. Penso que seria muito interessante e produtivo, para o bem de todos, incluindo do mundo, se falássemos uns aos outros: “Olha, eu te entendo, mas na verdade é o seu ego que está agindo agora, então pode ser mais saudável trilharmos por outro caminho...”, rs!

E finalizo com uma abordagem para lá de positiva. Seja com a nova era de saturno ou com a nossa própria percepção de que tudo está mudando, e que muitas evoluções têm se desenvolvido cada vez mais rápido, em todas as áreas da vida, Eckhart Tolle também se encontra aqui: a abordagem desse livro é exatamente sobre a chegada de uma nova era, baseada justamente na superação do ego como existe hoje, em prol do que chama de uma nova consciência. Novo mundo, transformar!

Outra fonte para esse texto foi o site Dharmalog, de autoconhecimento, que publicou trechos do livro e eu os repasso aqui para que a gente possa entender um pouco mais sobre esse assunto que, por ser inerente a todos nós, por isso mesmo vejo como uma responsabilidade pessoal que possamos superá-lo da melhor e mais clara maneira. E sem olhar apenas o peso de uma tarefa a ser cumprida, já que os benefícios que vêm dessa percepção são os mais sublimes e essenciais possíveis: amor, compreensão, bons relacionamentos, parcerias verdadeiras, confiança, união, equilíbrio. Uma transição permanente que nos presenteia com uma vida mais significativa, leve e feliz.

“Até que ponto é difícil viver consigo mesmo? Uma das maneiras pelas quais o ego tenta escapar da insatisfação que tem em relação a si próprio é ampliando e fortalecendo sua percepção do eu. Ele faz isso identificando-se com um grupo, que pode ser um país, um partido político, uma empresa, uma instituição, uma seita, um clube, uma turma, um time de futebol, etc.

Um ego coletivo manifesta as mesmas características do ego pessoal, como a necessidade de enfrentamentos e inimigos, de ter ou fazer mais, de estar certo e mostrar que os outros estão errados, etc. Cedo ou tarde, essa coletividade entrará em conflito com outras coletividades porque busca inconscientemente o desentendimento e precisa de oposição para definir seus limites e, assim, a própria identidade. Depois, seus integrantes experimentam o sofrimento, que é uma conseqüência inevitável de toda ação motivada pelo ego. A essa altura, eles podem despertar e compreender que seu grupo tem um forte componente de insanidade.

Pode ser doloroso acordar de repente e perceber que a coletividade com a qual nos identificamos e para a qual trabalhamos é, na verdade, insana. Nesse momento, há pessoas que se tornam cínicas ou amargas e, daí por diante, passam a negar todos os valores, tudo o que vale a pena. Isso significa que elas adotam rapidamente outro sistema de crenças quando o anterior é reconhecido como ilusório e, portanto, entra em colapso. Elas não encaram a morte do seu ego; em vez disso, fogem e reencarnam em outro.

Um ego coletivo costuma ser mais inconsciente do que os indivíduos que o constituem. Por exemplo, as multidões (que são entidades egóicas coletivas temporárias) são capazes de cometer atrocidades que a pessoa sozinha não seria capaz de praticar. Vez por outra, os países adotam um comportamento que seria imediatamente reconhecido como psicopático numa pessoa.

À medida que a nova consciência for surgindo, algumas pessoas se sentirão motivadas a formar grupos que a reflitam. E eles não serão egos coletivos. Seus membros não terão necessidade de estabelecer sua identidade por meio deles, pois já não estarão procurando nenhuma forma para definir quem são. Ainda que essas pessoas não estejam totalmente livres do ego, elas terão consciência bastante para reconhecê-lo em si mesmas ou nos outros tão logo ele se manifeste. No entanto, será preciso estar sempre alerta, uma vez que o ego tentará assumir o controle e se reafirmar de qualquer maneira. Dissolver o ego humano trazendo-o à luz da consciência – esse será um dos principais propósitos desses grupos formados por pessoas esclarecidas, sejam eles empresas, instituições, escolas ou comunidades. Essas coletividades vão cumprir uma função importante no surgimento da nova consciência. Enquanto os grupos egóicos pressionam no sentido da inconsciência e do sofrimento, as agremiações esclarecidas podem ser um vórtice para a consciência que irá acelerar a mudança planetária”.

* Bruna Miranda é jornalista e escritora e se inspira na busca por um viver mais consciente e significativo. É idealizadora da plataforma Review e da revista Guia Slow Living e percebe o slow como porta de entrada e fortalecimento para benefícios e transformações para o mundo, além de nos sintonizar a nós mesmos e ao meio como um todo.

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À procura da pílula da felicidade

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À procura da pílula da felicidade

Há alguns anos atrás, numa época de angústias, desequilíbrio emocional e muito estresse no trabalho me vi num quadro de depressão.  Vivia nervosa, mal humorada e muito agressiva. Tive crises de pânico e de ansiedade várias vezes e, depois de muito relutar, fui em busca de tratamento psiquiátrico. Na consulta, o doutor me ouviu rapidamente, diz que eu estava deprimida e receitou dois remedinhos para o controle da emoções, para ajudar a mente a se fortalecer e com isso eu conseguir sair da depressão. A receita médica dizia: tomar um comprimido de Lexapro (anti depressivo) ao acordar e um comprimido de Rivotril (ansiolítico) para dormir. E de um dia para o outro estava na estatística de pessoas que vivem a base de remédios controlados.

Os primeiros dias com a medicação foram maravilhosos. Logo pela manhã, depois do primeiro Lexapro, fui trabalhar e me sentia flutuante, calma e inabalável pelos problemas do dia a dia. A noite, me sentia mais leve ainda porque bastava um pequeno comprimido para espantar a insônia e me fazer dormir profundamente por 12 horas seguidas.  Mas o que aconteceu nas semanas sequentes foi simplesmente um nada. Comecei a me sentir apática , sem emoções, sem reações, com um sorriso de plástico no rosto o dia todo. Nada me atingia. O vazio total tomou conta de mim. O pior veio logo depois. Diante dessa nova vida sem graça, senti vontade de voltar a sair de casa e beber com meus amigos. Sabendo da minha vida boêmia, o médico havia me receitado justamente um anti depressivo, na época dito como inovador, que poderia ser consumido junto com bebidas alcoólicas. Com essas informações, voltei a beber vinho nos fins de semana. E o que veio na sequência dos fatos foi devastador.

A combinação de remédios e álcool funcionou como uma bomba na minha mente, no meu organismo e consequentemente nos meus atos. Ficava completamente louca, fora de mim, perdia a memória e fazia coisas insanas. Conturbada quimicamente, comecei a ter surtos frequentes. Uma vez, num domingo de ressaca, enlouquecida, quase coloquei a casa abaixo. Fui socorrida por amigas queridas que me contaram, dias depois, o que havia ocorrido. Foi chocante para mim ouvir toda aquela história e as coisas terríveis que tinha feito e dito. E o mais impressionante de tudo era que eu simplesmente não me lembrava de nada e nem o porquê do começo do surto.

Foi assustador perceber que eu estava perdendo totalmente o controle da minha própria vida e colocando a vida das pessoas próximas de mim em risco. Foi aí que minha ficha caiu e decidi largar os remédios e procurar ajuda em atividades que me proporcionavam leveza de uma forma menos química. Me encontrei na yoga, que me trouxe mais autoconhecimento, essencial pra enfrentar esse mundo cruel que se instalou na nossa sociedade. Hoje vivo bem e feliz há mais de 5 anos sem nenhum tipo de medicação psiquiátrica. Agora, quando me peco indo pro caminho da depressão, consigo interpretar meus sentimentos com mais consciência e procuro fazer coisas que me promovam bem estar, alegria e tranquilidade, como atividade físicas e meditação.

Veja bem, não quero aqui fazer menosprezar os sintomas da depressão e muito mesmo prescrever uma fórmula da cura e da felicidade. Acho que a nossa sociedade está doente sim, mas queria alertar sobre o uso exagerado de medicação pesada que é feito, muitas vezes de forma irresponsável, tanto por médicos como por pacientes. Ao longo das últimas duas décadas, o uso de antidepressivos disparou. Atualmente, um em cada 10 americanos toma medicação antidepressiva; entre as mulheres na faixa dos 40 e 50 anos, o número é de 1 a cada 4. "Não se trata apenas de os médicos estarem prescrevendo mais. A população tem pedido mais medicamentos", disse Dr. Ramin Mojtabai, professor associado da Escola Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública. "Sentimentos de tristeza, o estresse da vida diária e problemas de relacionamento podem causar sentimentos de perturbação ou tristeza que podem ser passageiros e não durarem muito tempo. Entretanto, os americanos têm tomado cada vez mais antidepressivos para enfrentar esses sentimentos". A Faculdade Holandesa de Médicos de Clínica Geral recomendou que seus membros prescrevessem antidepressivos só em casos graves e, em vez disso, oferecer tratamento psicológico e outras formas de apoio na vida cotidiana. Autoridades observaram que os sintomas depressivos podem ser uma reação normal, passageira, de decepção ou perda.

A verdade é que não existe pílula da felicidade. Eu consegui mudar meus hábitos para ter uma mente e um corpo mais saudável, através de um esforço alto para me autoconhecer. Troquei o coquetel de remédios por meditações que elevam a alma e tranquilizam o coração. Assim, hoje eu acordo com o Gayatri Mantra, e durmo com um o som de bowls tibetanos. E acredito que a busca por autoconhecimento, seja ela qual for, é o melhor caminho para termos uma vida melhor.

* Christiana Bernardes é jornalista e cineasta que atua no mercado audiovisual há mais de 15 anos em São Paulo. É film maker, mãe da Ana, idealizadora do Projeto CONTRAFLUXO e pretende passar resto da vida compartilhando histórias transformadoras de pessoas que saíram do lugar comum. Está numa busca eterna por um viver melhor, sem excessos e com mais consciência. 

 

 

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